Apesar de ser um cosmético bastante usado pelas mulheres atualmente, o esmalte já era utilizado no antigo Egito, por volta de 3.500 anos antes de Cristo. Na época, substancia aplicada nas unhas era feita de henna preta. Outras cores, como o vermelho, eram um privilegio das mulheres que pertenciam a realeza. pesquisadores descobriram que a rainha Cleópatra por exemplo, gostava do vermelho escuro, enquanto que Nefertiti, outra famosa rainha egípcia, costumava usar tom rubi. Os tons claros eram utilizados entre as mulheres de classes sociais menos favorecidas.
Muito tempo depois, no seculo III a.C, a população da China também utilizava o esmalte como forma de distinção entre as classes sociais. Os tons metálicos, obtidos por meio da adição de solução prata, e vermelhos significavam alto poder social. Foi na região oriental que surgiram as tinturas mais parecidas com as que conhecemos atualmente.
Em meados da década de 1930 o esmalte começou a ocupar espaço na moda e a ser usado pelas mulheres no dia-a-dia, independentemente da classe ou condição social. Hoje, o cosmético é um dos mais vendidos no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Supermercados, o esmalte foi responsável por 37% do faturamento do setor no ano de 2011.

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